quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Os perigos da Ultra-sonografia

Criado durante a Segunda Guerra Mundial para detectar submarinos inimigos, o ultra som tornou-se uma rotina nas clínicas obstétricas nos anos 60. Não se trata de RX, mas de ondas sonoras de alta frequencia. Nossos ouvidos captam sons entre 10 a 20 mil ciclos por segundo, enquanto o ultra-som emite ondas de 10 a 20 milhões de ciclos por segundo. E as máquinas de doppler emitem frequencia muito maiores ainda, o que expõe o feto a efeitos imprevisíveis. Contudo o médico JOSEPH MARCOLA, com base em estudos publicados no journal of epidemiology de maio de 2002, arrolou uma lista de consequencias provocadas pelo abuso de exames ultra-sonografia, acarretando diversos perigos para gestantes e seus filhos:
Ovulação prematura
parto prematuro ou aborto
baixo peso ou condições desfavoráveis ao nascimento
morte perinatal
dislexia e demora para falar
falta de coordenação motora
destruição de Neuronios, já em um estudo Australiano demonstrou que bebes expostos a cinco ultra-sonografias durante a gestação tem pelo menos 30 por cento de probabilidade de desenvolver retardo mental. E pelo menos 40 por cento de anormalidades fetais passam despercebidas ao ultra-som. Por isso é importante que as gestantes sejam informadas desses riscos e de que a ultra-sonografia não é compulsória ou obrigatória, nem deve ser encarada como uma rotina absolutamente segura, apesar das afirmações de seu médico quanto a ausencia de risco. O Colégio Norte Americano de obstetras declara em seus regulamentos que a ultra-sonografia, a não ser em gestações de risco, não tem qualquer influencia sobra a redução da mortalidade infantil e por isso deve ser utilizado com cautela.

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